Muito além do reino das águas claras
Eu reflito sobre as três posturas possíveis diante das dificuldades da vida — ativa, passiva e alternativa — a partir de uma metáfora simples e provocadora.
Eu reflito sobre as três posturas possíveis diante das dificuldades da vida — ativa, passiva e alternativa — a partir de uma metáfora simples e provocadora.
Neste artigo, analiso a crítica à centralidade da subjetividade na educação e discuto como isso pode comprometer a formação intelectual e social das novas gerações.
Neste texto, reflito sobre como a filosofia foi reduzida a entretenimento nas redes sociais e defendo o filosofar como busca sincera da verdade, da consciência da morte e do sentido profundo da vida, para além das modinhas virtuais.
Neste artigo, reflito sobre a metáfora do naufrágio existencial para pensar a vida, as escolhas que fazemos e o que realmente importa quando tudo o que é supérfluo perde o sentido.
Neste texto, reflito sobre o uso vazio de expressões como “alta cultura” e “pensamento crítico”, questiono a distância entre discurso e prática da leitura e provoco o leitor a repensar o valor real do conhecimento em uma sociedade que prefere parecer virtuosa a buscar a verdade.
Neste artigo, reflito sobre o sentido da vida e defendo que a falta de sentido é um dos grandes males da nossa época, à luz das ideias de Viktor Frankl e da experiência humana cotidiana.
Refletindo sobre tempo, verdade e amadurecimento, escrevo sobre os anos mal vividos, o confronto com a própria consciência e a necessidade de encarar a verdade para que a aurora possa chegar.
Refletindo sobre o fim de um ciclo, penso no perdão, na justiça e nas ervas daninhas que cultivamos no coração ao longo da vida
Neste artigo, apresento minha crítica ao uso banalizado do termo “crítico” e reflito, em primeira pessoa, sobre como a verdadeira criticidade exige humildade, honestidade intelectual e disposição para reconhecer qualidades até em quem rejeitamos.
Percebo cada vez mais como opiniões viram certezas prontas, repetidas sem origem nem fundamento. É incômodo admitir, mas encarar esse hábito é o primeiro passo para deixar de ser guiado por ideias que nunca foram realmente minhas.
Reflexiono sobre a natureza controversa dos heróis e sobre como cada época os reinventa, revelando mais sobre nós mesmos do que sobre eles.
Mostro por que acredito que o descaso com a educação já revela sinais de um futuro preocupante e por que precisamos reagir antes que a república se fragilize.
Uma reflexão sobre o valor real dos números na educação e a ilusão de qualidade criada por dados vazios. Porque medir não é o mesmo que compreender.
Questiono se estamos realmente informados ou apenas manipulados pela histeria digital que substituiu nossa capacidade de pensar por conta própria
Vivemos cercados de imagens, mas poucos sabem realmente enxergá-las. Neste texto, reflito sobre a urgência de educar o olhar — para não nos tornarmos analfabetos do século XXI.