DNA revela que sepultamento raro de crianças anglo-saxônicas pertencia a irmãos

DNA revela que sepultamento raro de crianças anglo-saxônicas pertencia a irmãos

Uma análise de DNA realizada por pesquisadores britânicos trouxe novos detalhes sobre um sepultamento anglo-saxão considerado incomum e de grande relevância histórica. Os testes confirmaram que duas crianças encontradas enterradas juntas na região de Cherington eram irmãos biológicos — um menino e uma adolescente.

Os restos mortais haviam sido encontrados durante escavações arqueológicas conduzidas pela Cotswold Archaeology e chamaram atenção desde o início pela forma delicada como os corpos foram posicionados. Agora, a confirmação genética oferece uma nova interpretação sobre vínculos familiares durante o período anglo-saxão.

Enterro duplo raro chama atenção pela posição dos corpos

Segundo os arqueólogos, os dois jovens foram sepultados lado a lado em uma disposição pouco comum para a época. A adolescente foi encontrada voltada para o irmão mais novo, em uma posição que levou especialistas a interpretar a cena como um gesto simbólico de cuidado ou despedida.

DNA revela que sepultamento raro de crianças anglo-saxônicas pertencia a irmãos
Foto: Arqueologia de Cotswold

O menino foi enterrado segurando uma espada, enquanto a jovem recebeu junto ao corpo uma pequena caixa de ferramentas, objeto associado a atividades domésticas ou artesanais do período.

Esse tipo de enterro duplo é considerado raro dentro da arqueologia anglo-saxônica, principalmente pela preservação da posição original dos corpos e pelos artefatos encontrados.

Possível doença pode ter causado as mortes

Especialistas envolvidos no estudo levantam a hipótese de que os irmãos possam ter morrido em um curto intervalo de tempo, possivelmente vítimas de alguma doença infecciosa de rápida disseminação, embora a causa exata ainda não possa ser determinada.

A descoberta amplia a compreensão sobre costumes funerários, relações familiares e a forma como comunidades da Inglaterra medieval lidavam com perdas dentro do núcleo familiar.

Matt Nicol, coordenador da Cotswold Archaeology, afirmou que a identificação genética trouxe uma dimensão mais humana à descoberta, permitindo compreender melhor os laços emocionais presentes naquele contexto histórico.

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