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Pancreatite: sintomas, riscos e quando procurar atendimento médico

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A pancreatite é uma inflamação do pâncreas caracterizada pela ativação precoce de enzimas digestivas dentro do próprio órgão, o que provoca um processo de autodigestão. Segundo informações do Hospital Israelita Albert Einstein, essa condição pode se manifestar de forma aguda ou crônica, com diferentes níveis de gravidade e impacto na saúde.

A forma aguda ocorre de maneira repentina e, em geral, apresenta duração limitada. Já a pancreatite crônica é marcada por inflamação persistente, podendo causar danos permanentes ao órgão ao longo do tempo.

Entre os principais sintomas, destaca-se a dor intensa na região superior do abdômen, que pode irradiar para as costas. Essa dor costuma se intensificar após a alimentação, especialmente com o consumo de alimentos gordurosos. Em muitos casos, o desconforto surge de forma súbita, alcança alta intensidade rapidamente e pode persistir por dias. Movimentos, tosse e respiração profunda tendem a agravar o quadro, enquanto a posição sentada, com o tronco inclinado para frente, pode proporcionar algum alívio.

Além da dor abdominal, a pancreatite pode apresentar outros sinais clínicos, como náuseas, vômitos, febre, sudorese, aumento da frequência cardíaca, respiração acelerada, queda da pressão arterial e icterícia, caracterizada pela coloração amarelada da pele e dos olhos.

Em quadros mais graves, a inflamação pode comprometer o funcionamento de órgãos como pulmões, rins e coração. Também podem ocorrer complicações como diabetes, acúmulo de líquido na cavidade abdominal e formação de cistos ou abscessos no pâncreas.

A gastroenterologista Daniela Carvalho alertou sobre a gravidade de determinados sintomas.
“A dor deve ser tratada como uma emergência quando é muito intensa, não melhora ou vem acompanhada por sinais como pressão baixa, falta de ar, diminuição da urina ou confusão mental. As formas graves podem levar a complicações sérias e até à morte, especialmente quando há falência de outros órgãos. É fundamental procurar atendimento médico imediato.”

A alimentação é apontada como fator relevante na prevenção e no controle da doença. A especialista orienta a adoção de hábitos alimentares mais equilibrados.
“Evitar gorduras saturadas, alimentos ultraprocessados e o consumo de álcool é essencial para preservar a função do pâncreas.”

Além da alimentação, outras medidas recomendadas incluem a prática regular de atividade física, controle do peso corporal, redução do consumo de açúcar e alimentos industrializados, manutenção da hidratação adequada, além da interrupção do tabagismo e do consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

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Nota Editorial: Este conteúdo faz parte da cobertura jornalística do Jornal da Fronteira, feito por humano com ajuda de ferramentas de inteligência artificial, sob revisão de editor humano.

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