A Casa Real da Noruega informou nesta sexta-feira (5) que a princesa herdeira Mette-Marit, de 52 anos, foi incluída na lista de espera para um transplante de pulmão em razão do agravamento de uma doença pulmonar crônica diagnosticada há vários anos.
A decisão foi tomada após avaliações médicas apontarem a progressão da enfermidade, que compromete gradualmente a capacidade respiratória da princesa.
Em comunicado divulgado pela Casa Real, o professor Are Holm, especialista em doenças respiratórias do Hospital Universitário de Oslo, informou que Mette-Marit já está apta para receber o órgão assim que um doador compatível for encontrado.
Segundo o médico, os exames realizados indicaram evolução significativa da doença pulmonar, tornando necessária a inclusão da princesa na lista de espera para transplante.
Durante o período de preparação para a cirurgia e recuperação pós-operatória, Mette-Marit permanecerá afastada dos compromissos oficiais da monarquia norueguesa.
A alteração no estado de saúde da princesa também provocará mudanças na agenda da família real. O príncipe herdeiro Haakon deverá reduzir compromissos nacionais e internacionais para acompanhar a esposa durante o tratamento e a recuperação.
A Casa Real também informou o adiamento das comemorações das bodas de prata do casal, previstas para agosto deste ano. Além disso, Mette-Marit não participará de uma visita oficial programada para setembro.
Como parte das adaptações familiares, a princesa Ingrid Alexandra retornará ao país para cursar o próximo semestre na Universidade de Oslo, enquanto o príncipe Sverre Magnus deverá iniciar seus estudos na Europa, mantendo disponibilidade para retornar à Noruega quando necessário.
Mette-Marit tornou público, em 2018, o diagnóstico de fibrose pulmonar crônica. A doença provoca cicatrizes permanentes nos pulmões, reduzindo progressivamente a capacidade respiratória e dificultando a oxigenação adequada do organismo.
Entre os sintomas mais frequentes da enfermidade estão falta de ar, tosse seca persistente, fadiga, perda involuntária de peso e diminuição da capacidade para atividades cotidianas. Em estágios mais avançados, os pacientes podem apresentar dificuldades respiratórias mesmo em repouso.
As causas da fibrose pulmonar variam de acordo com cada caso. A doença pode estar associada à exposição prolongada a determinadas substâncias, doenças autoimunes ou efeitos adversos de medicamentos. Em outras situações, a origem permanece desconhecida.
Nos últimos anos, a princesa precisou reduzir sua participação em compromissos oficiais em diversas ocasiões devido ao avanço do quadro clínico.
De acordo com especialistas, o transplante de pulmão é indicado para pacientes com doença avançada quando os tratamentos convencionais já não conseguem impedir a progressão da insuficiência respiratória. Embora medicamentos possam retardar a evolução da enfermidade e aliviar sintomas, o transplante é considerado uma alternativa para ampliar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida dos pacientes em casos mais graves.
A Casa Real da Noruega não divulgou previsão para a realização do procedimento, que dependerá da disponibilidade de um doador compatível.

LEIA MAIS:População do Japão volta a cair e Tóquio concentra mais de 30% dos habitantes
LEIA MAIS:Noivo morre em queda de helicóptero após deixar festa de casamento nos Estados Unidos
LEIA MAIS:Tufão Jangmi deixa feridos, provoca apagões e cancela cerca de 600 voos no Japão

Heloisa Lima é redatora de artigos sobre variedades, curiosidades, esportes, culinária e cultura.
Nota Editorial: Este conteúdo faz parte da cobertura jornalística do Jornal da Fronteira, feito por humano com ajuda de ferramentas de inteligência artificial, sob revisão de editor humano.
Sugestões de pauta: Entre em contato via WhatsApp: (49) 3644 1724.
🚀 Aproveite e nos siga no Google Notícias: Clique aqui para seguir o Jornal da Fronteira


