A posição adotada durante o sono pode influenciar diretamente o envelhecimento da pele, segundo especialistas da área de medicina regenerativa e sono. Alguns hábitos noturnos, além de interferirem na qualidade do descanso, também podem favorecer o aparecimento de rugas e marcas permanentes ao longo do tempo.
De acordo com o especialista em medicina regenerativa Xavier Batalla, dormir de barriga para baixo é uma das posições mais prejudiciais para a pele do rosto.
Ao comentar o tema em vídeo publicado nas redes sociais, Batalla afirmou: “Acelera o envelhecimento da pele de forma progressiva e silenciosa. As linhas de expressão formam-se mecanicamente noite após noite, durante anos.”
Segundo o especialista, a pressão constante do rosto contra o travesseiro contribui para a formação de marcas que podem se tornar permanentes com o passar do tempo.
Além da posição ao dormir, outros hábitos diários também são apontados como fatores relacionados ao envelhecimento precoce da pele. O uso frequente de água muito quente no rosto, por exemplo, pode remover a camada protetora natural da pele.
O tabagismo também foi citado pelo especialista como fator prejudicial. Ao comentar os impactos do cigarro, Xavier Batalla declarou: “Destrói o colagénio e deixa a pele com um aspeto opaco.”
O estresse é outro elemento associado aos danos à pele. Segundo Batalla: “Aumenta o cortisol, promove a inflamação e danifica a pele.”
O especialista também alertou que apenas hidratar a pele não impede o envelhecimento. Sobre isso, afirmou: “A hidratação superficial não impede o envelhecimento.”
Especialistas em sono também destacam que alguns comportamentos antes de dormir podem comprometer o descanso e afetar o funcionamento do organismo.
O cientista do sono Daniel Gartenberg explicou que conversas estressantes próximas ao horário de dormir podem dificultar o relaxamento mental.
Ao comentar o assunto, Gartenberg afirmou: “Trazer um assunto intenso à tona uma ou duas horas antes de dormir significa que provavelmente ainda estará na sua mente durante algum tempo.”
A neurologista Meredith Broderick também orienta reduzir a exposição à luz intensa antes de dormir. Segundo ela: “Cerca de três horas antes de dormir, comece a diminuir as luzes de casa para ajudar a aumentar a secreção de melatonina.”
A especialista Rebecca Robbins destacou a importância de criar uma rotina de relaxamento antes do sono. Sobre isso, afirmou: “Pode ajudar a diminuir a frequência cardíaca e a preparar o corpo para dormir.”
Especialistas ainda alertam que comer imediatamente antes de dormir pode causar refluxo e desconfortos digestivos. O uso de telas, como celulares e televisores, também é apontado como um fator que interfere no sono.
Ao comentar os efeitos da exposição às telas, os especialistas afirmam: “A luz das telas é como se fosse uma forma visual de cafeína.”

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Heloisa Lima é redatora de artigos sobre variedades, curiosidades, esportes, culinária e cultura.
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