Estátuas em miniaturas eram de uso diário em rituais dos vikings, aponta estudo
Estudo publicado na revista Antiquity revela que estatuetas da Era Viking eram objetos de uso ativo, com funções rituais e sociais além do simbolismo.
Estudo publicado na revista Antiquity revela que estatuetas da Era Viking eram objetos de uso ativo, com funções rituais e sociais além do simbolismo.
Escavações arqueológicas em Grenoble identificam restos de uma forca do século 16 e sepultamentos degradantes ligados à repressão durante as guerras religiosas na França.
Estudo do MIT em Pompeia identifica técnica romana de mistura a quente no concreto, explicando a durabilidade e a capacidade de autorreparo de construções antigas.
Escavações em Éfeso identificam banheira doméstica do século I d.C. e estátua romana reaproveitada, ampliando o acervo do museu local.
Escavações na necrópole de Abusir revelam a entrada do templo solar de Niuserre, faraó da 5ª Dinastia, com artefatos e inscrições que iluminam o Egito Antigo.
Pesquisadores confirmam em Pompeia a técnica do concreto romano autocurativo, baseada em mistura quente, que explica a durabilidade de obras do Império Romano.
Escavações no complexo da Torre de Davi revelam muralha de 2.100 anos e levantam novas hipóteses sobre sua destruição na Jerusalém antiga.
Escavações na vila de Senon, na França, revelaram ânforas com mais de 40 mil moedas romanas, indicando práticas avançadas de gestão monetária há cerca de 1.800 anos.
Pegadas fossilizadas no Colorado revelam possíveis indícios de claudicação em um dinossauro saurópode, analisadas por meio de registros aéreos e modelo 3D de alta precisão.
Pesquisadores descobriram que o Homo floresiensis, conhecido como “hobbit”, desapareceu após milhares de anos de seca severa na ilha de Flores, na Indonésia.
Arqueólogos russos encontraram o mais rico complexo sacrificial já registrado, com artefatos raros, peças de montaria e restos de animais usados em rituais funerários de elite nômade.
Três ânforas com milhares de moedas romanas foram descobertas em um assentamento gaulês na França.
Estudo com DNA de felinos antigos indica que os primeiros gatos domésticos europeus surgiram há apenas 2.000 anos e têm origem no Norte da África, não no Levante.
Estudo genético identifica relação entre os misteriosos caixões suspensos e grupos do sul da China, conectando a prática funerária a povos vivos na região.
Arqueólogos identificam um crânio masculino em formato quadrado no norte de Huasteca, confirmando uma prática inédita de deformação craniana no período Clássico Mesoamericano.