A Meta é hoje uma das companhias mais influentes do setor de tecnologia, mas sua origem foi bem mais simples. Antes de se tornar um conglomerado global, a empresa nasceu como Facebook, rede social criada por Mark Zuckerberg e que, com o passar dos anos, passou a investir em aquisições estratégicas para ampliar sua presença em diferentes áreas do mundo digital.
Essa expansão fez com que aplicativos e plataformas usados diariamente por bilhões de pessoas passassem a integrar o mesmo grupo empresarial. O caso mais conhecido é o Instagram, adquirido pelo Facebook em 2012, em um negócio que marcou a entrada mais forte da companhia no universo de fotos, vídeos curtos e influenciadores digitais. A própria Meta anunciou, à época, o acordo para comprar o aplicativo de compartilhamento de fotos.
Outra aquisição decisiva foi o WhatsApp, comprado em 2014. O aplicativo de mensagens se tornou uma das principais peças da Meta, especialmente pela força da comunicação instantânea em países como o Brasil. O acordo foi anunciado pelo Facebook por aproximadamente US$ 16 bilhões, com pagamento em dinheiro e ações, além de uma previsão adicional em ações restritas para fundadores e funcionários.

A Meta também avançou sobre o mercado de realidade virtual ao comprar a Oculus VR, empresa que passou a ter papel importante nos investimentos da companhia em experiências imersivas, dispositivos de realidade virtual e no projeto de metaverso. Mesmo que o termo tenha perdido parte do entusiasmo inicial, a área segue ligada à estratégia de longo prazo da empresa em hardware e ambientes digitais.
Entre as aquisições menos lembradas está a Beluga, aplicativo de mensagens em grupo comprado pelo Facebook em 2011. A plataforma foi encerrada posteriormente, mas sua equipe e tecnologia ajudaram a fortalecer o desenvolvimento do Facebook Messenger, hoje integrado ao ecossistema da Meta.
Mais recentemente, a companhia passou a intensificar seus movimentos na área de inteligência artificial. Um exemplo é a aquisição da Moltbook, plataforma criada para interações entre agentes de IA. O negócio foi confirmado em março de 2026 e levou seus fundadores para a Meta Superintelligence Labs, área ligada aos projetos avançados de inteligência artificial da empresa.
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Apaixonada pela literatura brasileira e internacional, Heloísa Montagner Veroneze é reatora de artigos locais e regionais, com experiência em temas diversos, especialmente sobre livros, arqueologia e curiosidades.
Nota Editorial: Este conteúdo faz parte da cobertura jornalística do Jornal da Fronteira, feito por humano com ajuda de ferramentas de inteligência artificial, sob revisão de editor humano.
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