Idosos em situação de vulnerabilidade social podem ter acesso ao benefício assistencial de R$ 1.621 em 2026, mesmo sem histórico de contribuição ao INSS. Entenda os critérios.
Milhares de brasileiros com 65 anos ou mais podem ter acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social, mesmo sem nunca terem contribuído para a Previdência Social. O benefício assistencial é previsto pela Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) e atende idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade econômica.
Em 2026, o valor do benefício acompanha o salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621. Diferentemente da aposentadoria tradicional, o BPC não exige tempo de contribuição ao INSS, já que possui caráter assistencial. O benefício é administrado pelo instituto, mas segue critérios próprios definidos pela legislação federal.
Para ter acesso ao pagamento, o idoso precisa ter 65 anos ou mais, comprovar baixa renda familiar e manter inscrição ativa e atualizada no Cadastro Único do Governo Federal. A análise também considera a renda por integrante da família, além da avaliação social feita pelo INSS.
O BPC não inclui pagamento de décimo terceiro salário e não gera pensão por morte para dependentes. Ainda assim, o benefício representa uma importante fonte de renda para famílias em situação de vulnerabilidade social.
O pedido pode ser realizado por meio do aplicativo ou portal do Meu INSS, além das agências do instituto mediante agendamento prévio.
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Apaixonada pela literatura brasileira e internacional, Heloísa Montagner Veroneze é reatora de artigos locais e regionais, com experiência em temas diversos, especialmente sobre livros, arqueologia e curiosidades.
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