Durante o encontro além de tratar da campanha Maio Amarelo, as autoridades presentes destacaram questões de segurança
O Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG/CIF) realizou na segunda-feira, dia 13, mais uma reunião na região das cidades gêmeas, reunindo autoridades, moradores e imprensa para debater segurança pública e mobilidade urbana em Dionísio Cerqueira, Barracão e Bom Jesus do Sul.
O presidente da entidade João Belmonte destacou o crescimento urbano como desafio central, com aumento da frota veicular sobrecarregando vias e exigindo ações coordenadas das prefeituras.
“A presença da comunidade enriquece o diálogo e constrói soluções reais junto às forças de segurança”, afirmou. Ele agradeceu à imprensa pelo papel na divulgação e na ponte com a população, reforçando que o conselho encaminha demandas diretamente aos órgãos competentes.
O trânsito ganhou foco principal, com o boom populacional e econômico na fronteira, ruas e avenidas enfrentam congestionamentos diários, especialmente em horários de pico.
“O crescimento de veículos exige sinalização melhor, fiscalização rigorosa e planejamento urbano urgente das gestões municipais”, cobrou o presidente. Ele relatou gestões junto às prefeituras e esferas superiores para viabilizar semáforos inteligentes, lombadas e recapeamentos.
Um alerta específico veio com relação as motos elétricas, cuja popularidade explode pela economia e agilidade.
“São práticas, mas preocupam pela falta de registro, capacetes e respeito às regras, elevando a possibilidade de acidentes, por isso acreditamos que a campanha Maio Amarelo será primordial, com ações educativas em escolas, blitzes educativas e palestras envolvendo Polícia Militar e Civil”, destacou o presidente.
A pauta ainda incluiu a dificuldade na comunicação policial. Moradores reclamam de demora em ligações e falhas no atendimento.
“Estamos buscando resolver essa situação o mais breve possível, no Paraná, disque 3644-0102 direto para a PM; em Santa Catarina, baixe o app oficial da Polícia Militar”, orientou.
Segundo o presidente o conselho busca centralizar contatos e trabalha para a possível criação de plantões presenciais para agilizar respostas.
“Há colaboração real das forças de segurança. Com envolvimento cidadão, transformamos demandas em ações concretas, tornando nossa fronteira mais segura e fluida, buscando sempre atender as demandas da comunidade e criando formas de monitoramento no intuito de coibir as ações dos malfeitores em nossa região. Também buscamos uma maior participação da comunidade como forma de debater as reais necessidades da região”, concluiu João Belmonte.

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