Santa Catarina encerrou 2025 com crescimento de 4,4% nas exportações, atingindo US$ 12,19 bilhões, o maior faturamento da história do estado, segundo dados do governo federal.

Santa Catarina registra recorde histórico de exportações e fecha 2025 com crescimento de 4,4%

Santa Catarina encerrou 2025 com crescimento de 4,4% nas exportações, atingindo US$ 12,19 bilhões, o maior faturamento da história do estado, segundo dados do governo federal.

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Santa Catarina encerrou o ano de 2025 com crescimento de 4,4% no faturamento das exportações, alcançando o maior resultado da história do estado. De acordo com dados do governo federal divulgados nesta terça-feira, 6, o valor exportado saltou de US$ 11,67 bilhões em 2024 para US$ 12,19 bilhões em 2025, representando um acréscimo aproximado de US$ 516 milhões. O desempenho foi registrado mesmo diante de um cenário internacional considerado adverso para o comércio exterior.

O agronegócio manteve papel central nas exportações catarinenses ao longo do ano. A carne de frango liderou a pauta exportadora, com faturamento de US$ 2,44 bilhões entre janeiro e dezembro. Na sequência, a carne suína somou US$ 1,85 bilhão em vendas externas. Outros produtos com participação relevante foram a soja, com US$ 659 milhões, os motores e geradores elétricos, com US$ 620 milhões, e as partes e peças de motores de pistão, que alcançaram US$ 382 milhões.

Para o governador Jorginho Mello, os números refletem a capacidade de reação da economia catarinense diante dos desafios enfrentados ao longo do ano. Segundo ele, o crescimento acima da média nacional e a ampliação do faturamento com exportações demonstram a força produtiva do estado e a competitividade das empresas catarinenses no mercado internacional, inclusive em mercados mais exigentes.

Os Estados Unidos permaneceram como o principal destino das exportações de Santa Catarina em 2025, com compras que totalizaram US$ 1,47 bilhão. Entre os produtos mais exportados para o país estão madeira, motores e geradores elétricos e partes de motores de pistão. A China ocupou a segunda posição, com US$ 1,2 bilhão em aquisições, com destaque para soja e carnes suína e de frango.

Países da América Latina também tiveram participação expressiva entre os principais destinos das exportações catarinenses. A Argentina foi o terceiro maior comprador, com US$ 889,3 milhões, seguida pelo México, que importou US$ 782,4 milhões em produtos do estado. Japão e Chile aparecem na sequência, com US$ 688,6 milhões e US$ 635,2 milhões, respectivamente.

Ao longo de 2025, Santa Catarina exportou produtos para mais de 200 destinos, o que, segundo o governo estadual, evidencia a diversificação dos mercados atendidos e a capacidade produtiva do estado. De acordo com o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, os investimentos realizados pelo governo estadual em portos e aeroportos têm contribuído de forma decisiva para qualificar a logística e ampliar a competitividade das exportações.

No campo das importações, Santa Catarina manteve sua posição de destaque nacional impulsionada pela eficiência logística de seus portos. Em 2025, o estado registrou US$ 33,9 bilhões em importações, valor 0,6% superior ao observado em 2024, quando o total foi de US$ 33,7 bilhões. Entre os principais produtos importados estão o cobre, com US$ 1,2 bilhão, partes e acessórios de veículos, com US$ 965 milhões, e polímeros de etileno, que somaram US$ 684 milhões. Também tiveram participação relevante os pneus de borracha e os adubos, ambos com US$ 684 milhões e US$ 663 milhões, respectivamente.

Segundo o secretário Silvio Dreveck, Santa Catarina atua como uma importante porta de entrada de mercadorias no Brasil, tanto pelo volume quanto pela eficiência logística. Ele destaca ainda que grande parte dos produtos importados são matérias-primas utilizadas pela indústria catarinense, que agrega valor aos insumos e contribui para o fortalecimento da economia estadual.

Santa Catarina encerrou 2025 com crescimento de 4,4% nas exportações, atingindo US$ 12,19 bilhões, o maior faturamento da história do estado, segundo dados do governo federal.
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