Grupo criminoso que torturava suas vítimas como forma de cobrança de dívidas ilegais foi alvo da operação “Cruciatus”
A Polícia Civil, em parceria com equipes da Polícia Militar, da Guarda Municipal e do Núcleo de operações com cães – NOC, de Chapecó, desencadeou na manhã desta sexta-feira (08), uma ação denominada Operação Cruciatus, destinada à repressão da prática mafiosa de um grupo criminoso caracterizada pela tortura como forma de cobrança de dívidas ilegais.
Durante a ação foram cumpridos 7 mandados de busca e apreensão, 3 mandados de prisão preventiva e 2 mandados de internação de adolescentes nos municípios de Chapecó e Joinville, além de uma prisão em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.
O crime
No dia 25 de janeiro de 2026, um homem de 28 anos, morador do bairro Presidente Médici, em Chapecó, foi conduzido por populares ao Hospital Regional do Oeste, apresentando múltiplas fraturas em seu corpo, tendo permanecido vários dias em tratamento, e duas cirurgias.
A situação foi comunicada à Polícia Civil, que iniciou a investigação com troca de informações entre as unidades policiais e demais forças de segurança pública.
O caso tomou maior envergadura quando dois vídeos com conteúdo chocante foram encontrados em um aparelho celular apreendido, os quais já haviam circulado em grupos de aplicativos de comunicação.
Nas imagens, fica evidente a prática de tortura contra uma pessoa covardemente dominada e agredida, sendo que a investigação conseguiu demonstrar que se tratava de uma ação de cobrança de dívida decorrente da venda de drogas por parte de possíveis integrantes de uma facção criminosa.
No primeiro vídeo, os suspeitos comparecem à residência da vítima e lhe obrigam a ir até onde estão outros integrantes do grupo criminoso.
Já no segundo vídeo, alguns membros do grupo amarram a vítima, prendendo-lhe com uma corda, em seguida ele é agredido brutalmente com golpes com pedaços de madeira, na intenção de quebrar sua perna e braço para castigá-lo, a fim de que servisse de “exemplo” a outros devedores.
Os atos de tortura foram praticados por diversas pessoas identificadas durante a investigação policial, dentre adultos e adolescentes, incluindo uma pessoa agora já morta.
Diante das provas obtidas e identificação dos autores, o delegado de polícia representou pela decretação da prisão preventiva dos envolvidos maiores, bem como pela internação cautelar dos adolescentes, que foi deferida pelo judiciário e cumprida nesta sexta-feira.
Os envolvidos capturados foram conduzidos para o sistema prisional, onde permanecerão à disposição da justiça.

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