Anunciado como vencedor de um iPhone 17 Pro Max avaliado em quase 10 mil yuans, funcionário de hospital em Guangdong descobre que a caixa continha azulejos e doces. Caso gerou repercussão e pedido de desculpas público.
Um funcionário de um hospital na província de Guangdong, no sul da China, afirmou ter sido alvo de uma brincadeira durante a confraternização de fim de ano da instituição após ser anunciado como vencedor de um iPhone 17 Pro Max, considerado o prêmio principal do evento.
Identificado como Jiang Jiang, o empregado foi comunicado publicamente pelo chefe da instituição de que havia conquistado o aparelho, avaliado em 9.988 yuans, o equivalente a aproximadamente 1.450 dólares. O anúncio incluiu a divulgação do valor do suposto prêmio diante dos demais funcionários.
Segundo o relato, a entrega ocorreu com características que indicavam autenticidade. Ele recebeu uma caixa semelhante à original do modelo anunciado, acompanhada de sacola com identificação da marca e de uma nota fiscal impressa. Jiang informou que decidiu não abrir o pacote no local da confraternização, preferindo aguardar a chegada em casa.
Ao abrir a embalagem, encontrou dois chocolates, três pirulitos e peças de azulejo dentro da caixa. O episódio foi relatado em vídeo divulgado nas redes sociais. O funcionário afirmou que os colegas acreditaram que ele havia recebido o prêmio verdadeiro e que inicialmente também considerou ter sido o ganhador do celular.
De acordo com Jiang, a iniciativa teria partido de seu gerente de equipe. Ele declarou que o hospital não teria autorizado a compra do aparelho e que a ação foi organizada como uma brincadeira. O funcionário afirmou que não necessita do telefone, mas considera inadequada a situação e solicitou um pedido público de desculpas por parte do responsável.
“O ano de 2026 deveria começar com sorte, mas transformaram a festa de fim de ano em um 1º de abril para mim”, declarou.
Festas corporativas são comuns na China no período que antecede o Ano Novo Lunar, celebrado em fevereiro. Esses eventos costumam incluir sorteios e distribuição de prêmios entre funcionários.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais locais e gerou debates sobre limites de brincadeiras em ambiente profissional e responsabilidade de gestores na condução de eventos internos.

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Estudante da área de saúde, Crysne Caroline Bresolin Basquera é redatora de conteúdo político, local e regional, saúde, redes sociais e governos.
Nota Editorial: Este conteúdo faz parte da cobertura jornalística do Jornal da Fronteira, feito por humano com ajuda de ferramentas de inteligência artificial, sob revisão de editor humano.
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