Paraná amplia produção de etanol de milho e projeta crescimento de 71% no próximo ciclo

Paraná amplia produção de etanol de milho e projeta crescimento de 71% no próximo ciclo

Dados do governo do Paraná apontam forte crescimento na produção de etanol de milho, avanço no setor leiteiro e estabilidade das lavouras de milho no Estado.

O Paraná deverá registrar crescimento expressivo na produção de etanol de milho no ciclo 2026/2027. Dados divulgados pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), apontam que a produção estadual deve passar de 18,43 milhões para 31,54 milhões de litros, alta de 71,1% em relação ao período anterior.

O levantamento integra o boletim conjuntural divulgado nesta semana e mostra o avanço do setor de energia dentro do agronegócio paranaense. No cenário nacional, a produção de etanol, considerando matéria-prima derivada de cana-de-açúcar e milho, deverá alcançar 40,69 bilhões de litros, crescimento de 8,5% sobre o ciclo anterior.

Segundo os dados técnicos, o etanol produzido a partir do milho vem ampliando participação no mercado brasileiro e já representa 28% da oferta nacional. Em 2020/2021, essa participação era de 9%.

No Paraná, a produção de etanol de cana-de-açúcar está estimada em 1,18 bilhão de litros, com redução de 2,2% em comparação ao último ciclo. Em contrapartida, os investimentos no segmento de etanol de milho têm ampliado a expectativa de expansão da atividade no Estado nos próximos anos.

Paraná amplia produção de etanol de milho e projeta crescimento de 71% no próximo ciclo

O boletim também aponta valorização no setor leiteiro. Na primeira semana de maio, o preço pago ao produtor chegou a R$ 2,56 por litro, alta de 5,2%. O movimento é atribuído à redução na captação e ao aumento dos custos de alimentação do rebanho. Apesar do avanço nos preços, o setor acompanha o crescimento das importações de lácteos, que registraram alta de 26,5% no primeiro trimestre do ano.

No campo, as lavouras de milho mantêm desenvolvimento considerado estável. Segundo o Deral, as geadas registradas recentemente no Sul do Estado não provocaram impactos relevantes na produção, e atualmente 96% das áreas cultivadas seguem em desenvolvimento.

O mercado de ovos também apresentou mudanças no comércio internacional. Com ajustes nas exportações brasileiras, países como Japão, Chile e Emirados Árabes Unidos ampliaram compras do produto brasileiro. Nesse cenário, o Paraná mantém participação relevante e aparece entre os principais exportadores nacionais de ovoprodutos.

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Nota Editorial: Este conteúdo faz parte da cobertura jornalística do Jornal da Fronteira, feito por humano com ajuda de ferramentas de inteligência artificial, sob revisão de editor humano.

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