Uma nova tecnologia desenvolvida na China tem chamado atenção no setor de segurança contra incêndios. Trata-se de uma manta antichamas de alta resistência, criada para auxiliar no controle de incêndios em veículos, especialmente automóveis elétricos, além de aplicações em ambientes industriais e áreas de circulação de grande porte.
Segundo informações divulgadas por fabricantes chineses, o equipamento é produzido com fibras de vidro resistentes ao calor e pode suportar temperaturas de até 1.000 graus Celsius. Em versões mais avançadas, dependendo dos materiais e do revestimento térmico utilizados, a resistência pode atingir temperaturas ainda mais elevadas.
A tecnologia atua bloqueando a entrada de oxigênio quando posicionada sobre a fonte do incêndio, ajudando a conter as chamas e reduzir a propagação do fogo.
O equipamento ganhou destaque por sua possível aplicação em veículos elétricos equipados com baterias de íons de lítio. Em situações de superaquecimento, essas baterias podem entrar em um processo conhecido como fuga térmica, que provoca geração contínua de calor e pode provocar novos focos de incêndio mesmo após o controle inicial.
Fabricantes do setor informam que alguns modelos da manta conseguem suportar temperaturas entre 1.200°C e 1.700°C por períodos específicos, dependendo da composição do material. Os modelos mais robustos utilizam fibra de vidro siliconada e seguem protocolos internacionais de segurança.

Além do uso em automóveis, a manta pode ser aplicada em estacionamentos, aeroportos, túneis, centros logísticos, oficinas mecânicas, fábricas e embarcações destinadas ao transporte de veículos.
Especialistas do setor apontam que uma das principais vantagens do equipamento é reduzir o risco de propagação das chamas para estruturas próximas ou outros veículos.
Apesar da inovação, profissionais da área de combate a incêndios alertam que o equipamento não substitui completamente métodos tradicionais de contenção.
Segundo especialistas em segurança contra incêndios, em casos envolvendo baterias de lítio, ainda pode ser necessário o uso intensivo de água para reduzir a temperatura interna das células e diminuir o risco de novos focos ou explosões.
Fabricantes chineses também informam que, em determinadas condições, o equipamento pode ser reutilizado. No entanto, técnicos recomendam inspeções detalhadas após cada uso, principalmente devido ao desgaste provocado por exposição a temperaturas extremas.
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Heloisa Lima é redatora de artigos sobre variedades, curiosidades, esportes, culinária e cultura.
Nota Editorial: Este conteúdo faz parte da cobertura jornalística do Jornal da Fronteira, feito por humano com ajuda de ferramentas de inteligência artificial, sob revisão de editor humano.
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