Cataratas do Iguaçu chegam a quase 6 milhões de litros por segundo após chuvas no Paraná

Cataratas do Iguaçu chegam a quase 6 milhões de litros por segundo após chuvas no Paraná

As Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, registraram nesta semana uma vazão próxima de 6 milhões de litros de água por segundo, volume quase quatro vezes superior à média histórica do atrativo, estimada em 1,5 milhão de litros por segundo. A elevação foi provocada pelas chuvas registradas nos últimos dias em diferentes regiões do Paraná, principalmente ao longo da bacia do Rio Iguaçu. Segundo a gestão do Parque Nacional do Iguaçu, a medição divulgada na terça-feira (30) apontava aproximadamente 5,7 milhões de litros por segundo.

O aumento da vazão muda a paisagem das quedas, intensifica a força da água e amplia a formação de névoa no entorno dos mirantes. Mesmo com o volume elevado, a visitação no lado brasileiro segue funcionando normalmente. A passarela das Cataratas permanece aberta, com acompanhamento permanente das equipes responsáveis pela operação turística e pela segurança dos visitantes.

A variação no volume é monitorada conforme as condições climáticas e o comportamento do Rio Iguaçu. O rio nasce na região próxima a Curitiba e segue pelo Paraná até chegar ao conjunto de quedas localizado na fronteira entre Brasil e Argentina. Em períodos de chuva intensa, a vazão costuma subir de forma rápida, o que exige acompanhamento constante.

No lado brasileiro, os passeios do Parque Nacional do Iguaçu continuam disponíveis aos visitantes. A Trilha das Cataratas, com cerca de 1,5 quilômetro, dá acesso aos mirantes e à passarela com vista para a Garganta do Diabo, um dos pontos mais procurados do atrativo. O parque informa que o funcionamento ocorre todos os dias, com horários definidos para visitação.

As Cataratas do Iguaçu formam o maior conjunto de quedas d’água do mundo e estão dentro do Parque Nacional do Iguaçu, unidade reconhecida pela Unesco como Patrimônio Mundial Natural. O atrativo também recebeu o título de uma das Sete Maravilhas Mundiais da Natureza.

A administração do parque orienta que os visitantes acompanhem os canais oficiais antes do passeio, já que a vazão pode mudar conforme a continuidade das chuvas. Até o momento, porém, a operação turística no lado brasileiro segue sem interdição.

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Nota Editorial: Este conteúdo faz parte da cobertura jornalística do Jornal da Fronteira, feito por humano com ajuda de ferramentas de inteligência artificial, sob revisão de editor humano.

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