Ao menos 24 pessoas morreram e outras 47 ficaram feridas após um ataque aéreo de grande escala lançado pela Rússia contra a cidade de Kiev. O bombardeio ocorreu nesta sexta-feira, segundo informações divulgadas pelos serviços de emergência ucranianos.
De acordo com a Força Aérea da Ucrânia, as forças russas lançaram 675 drones e 56 mísseis em direção ao território ucraniano, sendo a maior parte direcionada à capital. As autoridades militares afirmaram que grande parte dos projéteis foi interceptada pelos sistemas de defesa aérea, mas o volume dos ataques provocou danos em diferentes pontos da cidade.
Entre os locais atingidos estão áreas residenciais, uma escola, uma clínica veterinária e outras estruturas civis. Um edifício residencial de nove andares foi destruído durante o ataque.
Morador da capital, Andriy relatou o cenário registrado após a explosão.
Segundo ele: “Tudo estava em chamas. As pessoas gritavam, pediam ajuda.”
Equipes de resgate atuaram ao longo do dia na retirada de vítimas dos escombros. Segundo a polícia ucraniana, apenas em um dos edifícios atingidos, sete pessoas morreram, incluindo uma criança.
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, afirmou que a ofensiva demonstra continuidade da estratégia militar russa.
Ao comentar o ataque, Zelenski declarou: “Essas não são ações de quem acredita que a guerra está chegando ao fim.”
Além de Kiev, outras regiões do país, incluindo Odessa, Kherson e Kharkiv, também registraram ataques e vítimas.
A reação internacional veio em seguida. O presidente da França, Emmanuel Macron, criticou os bombardeios contra áreas civis. Já a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também se manifestou sobre a ofensiva.
Enquanto os combates continuam, Rússia e Ucrânia confirmaram uma nova troca de prisioneiros de guerra. Segundo o Ministério da Defesa russo, 205 militares russos retornaram ao país após o intercâmbio.
Em nota oficial, o ministério informou: “Em 15 de maio, 205 militares russos retornaram do território controlado pelo regime de Kiev. Em troca, foram entregues 205 prisioneiros de guerra das Forças Armadas da Ucrânia.”
O presidente Zelenski também confirmou a operação.
Em publicação oficial, ele afirmou: “É a primeira etapa da troca de 1 mil por 1 mil.”
Segundo o governo ucraniano, parte dos militares libertados estava em cativeiro desde 2022, ano em que teve início a invasão militar russa em larga escala no território ucraniano.

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Heloisa Lima é redatora de artigos sobre variedades, curiosidades, esportes, culinária e cultura.
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