Tesouro de 40 mil moedas romanas é encontrado em jarros de 1.800 anos na França
Três ânforas com milhares de moedas romanas foram descobertas em um assentamento gaulês na França.
Três ânforas com milhares de moedas romanas foram descobertas em um assentamento gaulês na França.
Estudo com DNA de felinos antigos indica que os primeiros gatos domésticos europeus surgiram há apenas 2.000 anos e têm origem no Norte da África, não no Levante.
Estudo genético identifica relação entre os misteriosos caixões suspensos e grupos do sul da China, conectando a prática funerária a povos vivos na região.
Arqueólogos identificam um crânio masculino em formato quadrado no norte de Huasteca, confirmando uma prática inédita de deformação craniana no período Clássico Mesoamericano.
Esculturas de 12 mil anos encontradas na Arábia Saudita desafiam teorias sobre a ocupação humana no deserto de Nefud e revelam detalhes inéditos da fauna pré-histórica.
Arqueólogos descobrem um amplo centro ritual com artefatos importados e indícios de sacrifício em necrópole da estepe eurasiática.
Entre as sete maravilhas do mundo antigo, apenas os Jardins Suspensos permanecem sem localização confirmada.
Arqueólogos identificam poços pré-históricos alinhados próximos a Stonehenge e reforçam que o monumento fazia parte de um vasto centro cerimonial conectado.
Pesquisadores identificam que duas espécies de hominídeos primitivos viveram simultaneamente no Vale do Rift de Afar, revelando novas pistas sobre o bipedalismo e a diversidade evolutiva.
Escavações em Kissonerga-Kalia, no Chipre, identificam uma antiga oficina da Idade do Bronze com fornos, ferramentas e vestígios de produção.
Arqueólogos encontraram na Noruega um túmulo feminino da Era Viking com itens simbólicos e raras conchas de vieira.
Relógio de ouro que pertenceu a Isidor Straus, passageiro de primeira classe do Titanic, alcança mais de R$ 12 milhões em leilão no Reino Unido e se torna o item mais valioso já vendido ligado ao navio.
Colômbia recupera os primeiros artefatos do galeão San José e reacende debates sobre patrimônio marítimo, soberania e pesquisa histórica.
Pesquisa arqueológica indica que povos pré-históricos do Sudeste Asiático Insular desenvolveram tecnologia marítima sofisticada muito antes do que se acreditava, revelando domínio de navegação, pesca e construção naval.
Arqueólogos identificam na Tunísia o segundo maior complexo do Império Romano dedicado à produção de azeite, revelando a força agrícola e comercial do norte da África.