Sepultamento de cachorro com 5 mil anos revela ritual neolítico na Suécia
Arqueólogos identificam sepultamento ritual de um cachorro datado de 5 mil anos em pântano sueco; descoberta lança nova luz sobre crenças e modos de vida no Neolítico.
Arqueólogos identificam sepultamento ritual de um cachorro datado de 5 mil anos em pântano sueco; descoberta lança nova luz sobre crenças e modos de vida no Neolítico.
Investigadores identificam a origem de um afresco roubado de Pompeia que retrata Hércules bebê; obra veio de uma vila luxuosa nos arredores da cidade e reacende buscas por outros painéis desaparecidos.
De um “rosto” neolítico na Anatólia ao túmulo perdido de um faraó, veja as 10 descobertas de 2025 selecionadas por editores da ARCHAEOLOGY que mais surpreenderam a arqueologia.
Fragmentos de um foguete V-2 da Alemanha nazista foram encontrados no sudeste da Polônia, revelando novos detalhes sobre o programa de mísseis do Terceiro Reich durante a Segunda Guerra Mundial.
Estudo publicado na revista Antiquity revela que estatuetas da Era Viking eram objetos de uso ativo, com funções rituais e sociais além do simbolismo.
Escavações arqueológicas em Grenoble identificam restos de uma forca do século 16 e sepultamentos degradantes ligados à repressão durante as guerras religiosas na França.
Estudo do MIT em Pompeia identifica técnica romana de mistura a quente no concreto, explicando a durabilidade e a capacidade de autorreparo de construções antigas.
Escavações em Éfeso identificam banheira doméstica do século I d.C. e estátua romana reaproveitada, ampliando o acervo do museu local.
Escavações na necrópole de Abusir revelam a entrada do templo solar de Niuserre, faraó da 5ª Dinastia, com artefatos e inscrições que iluminam o Egito Antigo.
Pesquisadores confirmam em Pompeia a técnica do concreto romano autocurativo, baseada em mistura quente, que explica a durabilidade de obras do Império Romano.
Escavações no complexo da Torre de Davi revelam muralha de 2.100 anos e levantam novas hipóteses sobre sua destruição na Jerusalém antiga.
Escavações na vila de Senon, na França, revelaram ânforas com mais de 40 mil moedas romanas, indicando práticas avançadas de gestão monetária há cerca de 1.800 anos.
Pegadas fossilizadas no Colorado revelam possíveis indícios de claudicação em um dinossauro saurópode, analisadas por meio de registros aéreos e modelo 3D de alta precisão.
Pesquisadores descobriram que o Homo floresiensis, conhecido como “hobbit”, desapareceu após milhares de anos de seca severa na ilha de Flores, na Indonésia.
Arqueólogos russos encontraram o mais rico complexo sacrificial já registrado, com artefatos raros, peças de montaria e restos de animais usados em rituais funerários de elite nômade.