Crânios da Idade do Ferro revelam rituais e símbolos de poder no nordeste da Espanha
Estudo arqueológico analisa crânios da Idade do Ferro no nordeste da Espanha e revela usos rituais, políticos e simbólicos dessas práticas antigas.
Estudo arqueológico analisa crânios da Idade do Ferro no nordeste da Espanha e revela usos rituais, políticos e simbólicos dessas práticas antigas.
Pesquisa arqueológica na Argentina analisa pontas de flecha de osso com mais de 700 anos e aponta tradição guerreira, produção familiar e forte identidade cultural entre povos pré-hispânicos.
Arqueólogos identificam estrutura de pedra submersa em Quersoneso, sítio grego antigo na Crimeia reconhecido pela UNESCO. A descoberta, datada de dezembro de 2025, revela detalhes sobre defesas e infraestrutura da colônia fundada há 2.500 anos. Saiba mais sobre os achados e os desafios de preservação em um contexto de tensões regionais.
Mergulhe nos mistérios de Chinkultic, o sítio arqueológico maia em Chiapas onde um cenote cheio de esqueletos guarda segredos de rituais sangrentos e reis esquecidos. De pirâmides nas nuvens a uma cidade que desafiou o colapso maia, descubra por que esse tesouro perto da Guatemala ainda pulsa com lendas vivas. Aproveite essa aventura épica pela história ancestral e sinta o chamado da selva – clique agora e explore o coração pulsante do mundo maia!
Arqueólogos identificam sepultamento ritual de um cachorro datado de 5 mil anos em pântano sueco; descoberta lança nova luz sobre crenças e modos de vida no Neolítico.
Investigadores identificam a origem de um afresco roubado de Pompeia que retrata Hércules bebê; obra veio de uma vila luxuosa nos arredores da cidade e reacende buscas por outros painéis desaparecidos.
De um “rosto” neolítico na Anatólia ao túmulo perdido de um faraó, veja as 10 descobertas de 2025 selecionadas por editores da ARCHAEOLOGY que mais surpreenderam a arqueologia.
Fragmentos de um foguete V-2 da Alemanha nazista foram encontrados no sudeste da Polônia, revelando novos detalhes sobre o programa de mísseis do Terceiro Reich durante a Segunda Guerra Mundial.
Estudo publicado na revista Antiquity revela que estatuetas da Era Viking eram objetos de uso ativo, com funções rituais e sociais além do simbolismo.
Escavações arqueológicas em Grenoble identificam restos de uma forca do século 16 e sepultamentos degradantes ligados à repressão durante as guerras religiosas na França.
Estudo do MIT em Pompeia identifica técnica romana de mistura a quente no concreto, explicando a durabilidade e a capacidade de autorreparo de construções antigas.
Escavações em Éfeso identificam banheira doméstica do século I d.C. e estátua romana reaproveitada, ampliando o acervo do museu local.
Escavações na necrópole de Abusir revelam a entrada do templo solar de Niuserre, faraó da 5ª Dinastia, com artefatos e inscrições que iluminam o Egito Antigo.
Pesquisadores confirmam em Pompeia a técnica do concreto romano autocurativo, baseada em mistura quente, que explica a durabilidade de obras do Império Romano.
Escavações no complexo da Torre de Davi revelam muralha de 2.100 anos e levantam novas hipóteses sobre sua destruição na Jerusalém antiga.