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Estudante de medicina morta no Paraguai levou 67 golpes, diz policia

A estudante Julia Vitoria Cardoso foi assassinada em Ciudad del Este; o suspeito é o ex-namorado dela, o compatriota Vitor Rangel Aguiar, que está foragido

A perícia realizada no corpo da estudante brasileira de medicina, apontou que ela foi brutalmente assassinada com 67 facadas em Ciudad del Este, no Paraguai. O ex-namorado dela, o maranhense Vitor Rangel Aguiar, de 27 anos, também estudante de medicina, é o principal suspeito e permanece foragido desde o dia docrime, ocorrido na sexta-feira (24).

Julia Vitória Sobierai Cardoso, de 23 anos, era natural de Chapecó (SC), e cursava medicina na Universidad de la Integración de las Américas (Unida) desde o ano passado. Ela foi encontrada morta em seu apartamento no edifício El Gallo, na avenida Capitán del Puerto, bairro Obrero.

O corpo foi localizado por volta das 19h, de sexta-feira, por vizinhas que arrombaram a porta, cerca de sete horas após o horário estimado do crime, ao meio-dia.
Na manhã daquele dia, uma colega de quarto ouviu uma discussão acalorada entre Julia e Vitor no quarto da vítima – o namoro entre os dois havia terminado cerca de cinco meses antes.

A perícia, conduzida pela médica legista Raquel Cáceres, chocou pela violência: 60 dos 67 golpes foram desferidos com uma tesoura de cutícula (do tipo de kits de manicure), e sete com uma faca, incluindo dois no pescoço; ambos os objetos foram encontrados na cena.

O promotor Osvaldo Zaracho, responsável pelo caso, descreveu o apartamento como um caos: “pegadas de calçados e de pés descalços, rastros em vidros e móveis, além de manchas de sangue por toda parte”. A brutalidade sugere um ataque premeditado e passional.

Por ordem do juiz Amílcar Marecos, uma comitiva do Ministério Público e polícia visitou a residência do irmão e da irmã de Vitor, mas o suspeito não foi localizado. O celular do irmão foi apreendido para análise de dados e geolocalização.

Segundo as investigações, mesmo após o término do relacionamento, o suspeito continuava frequentando o apartamento da vítima. O caso gerou forte comoção na comunidade brasileira na região de fronteira, que cobra justiça diante da brutalidade do crime.

A polícia paraguaia intensifica buscas na região fronteiriça, com possível cooperação das autoridades brasileiras de Foz do Iguaçu, dada a proximidade e o perfil do foragido.

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