Um adolescente de 13 anos foi levado a um hospital depois de sair do barco de uma atração aquática antes do fim do percurso na Disneyland, localizada em Anaheim, no estado norte-americano da Califórnia. O caso foi registrado no domingo (21), na Tiana’s Bayou Adventure.
Segundo representantes do Disneyland Resort, o jovem deixou o veículo enquanto a atração ainda estava em funcionamento. Um funcionário interrompeu imediatamente o brinquedo, mas o adolescente continuou caminhando por parte do trajeto até ser localizado e auxiliado pela equipe do parque.
Relatos de visitantes e imagens divulgadas por veículos norte-americanos indicam que o adolescente teria descido pela parte final da atração, que possui uma queda de aproximadamente 15 metros. A Disney, no entanto, não confirmou oficialmente que ele tenha caído nesse trecho, informando apenas que o visitante saiu do barco antes da conclusão do percurso.
O Corpo de Bombeiros de Anaheim foi chamado para atender a ocorrência. O adolescente foi encaminhado a uma unidade hospitalar por precaução, passou por avaliação médica e recebeu alta posteriormente. Não foram divulgadas informações sobre ferimentos graves.
A atração foi fechada após o episódio. Na manhã de segunda-feira (22), técnicos da Divisão de Segurança e Saúde Ocupacional da Califórnia, a Cal/OSHA, realizaram uma vistoria no local. O funcionamento foi autorizado novamente depois da inspeção, e o brinquedo reabriu no mesmo dia.
As autoridades e a administração do parque não informaram por qual motivo o adolescente decidiu deixar o barco durante o trajeto. O caso chamou atenção nas redes sociais depois que gravações do momento começaram a circular.
A Tiana’s Bayou Adventure é uma atração aquática inspirada na animação “A Princesa e o Sapo”, lançada pela Disney em 2009. O brinquedo foi inaugurado na Disneyland em novembro de 2024 e ocupa o espaço da antiga Splash Mountain.
A Splash Mountain foi encerrada no parque em maio de 2023. A atração anterior utilizava personagens e referências do filme “A Canção do Sul”, produção de 1946 criticada ao longo dos anos pela representação de pessoas negras e da vida nas plantações dos Estados Unidos.
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Apaixonada pela literatura brasileira e internacional, Heloísa Montagner Veroneze é reatora de artigos locais e regionais, com experiência em temas diversos, especialmente sobre livros, arqueologia e curiosidades.
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