Evento reuniu autoridades, forças de segurança e entidades para discutir ações de combate à violência e à exploração sexual de crianças e adolescentes
O Consórcio Intermunicipal da Fronteira (CIF) promoveu nesta quarta‑feira, dia 20, em Bom Jesus do Sul, o Fórum da Paz 2026, encontro que reuniu autoridades municipais, representantes do Poder Judiciário, forças de segurança, entidades religiosas, organizações da sociedade civil e equipes de assistência social dos municípios de Barracão, Dionísio Cerqueira e Bom Jesus do Sul.
O evento teve como foco o enfrentamento à violência e à exploração sexual de crianças e adolescentes, no âmbito da campanha Maio Laranja, e a construção de estratégias regionais de prevenção e acolhimento.
A abertura contou com a participação da prefeita de Dionísio Cerqueira e presidente do CIF, Bianca Maran Bertamoni; do prefeito de Bom Jesus do Sul, Helio Surdi; e do secretário municipal de Saúde de Barracão, Carlos Santin, que representou o prefeito Jorge Santin.
As autoridades destacaram a necessidade de atuação integrada entre os municípios para ampliar a efetividade das medidas de proteção e assistência às vítimas.





Ao longo da programação foram realizadas palestras e painéis sobre prevenção, acolhimento e fortalecimento das redes de proteção. Representantes de órgãos envolvidos expuseram procedimentos de atendimento às vítimas, fluxos de denúncia, mecanismos de articulação entre áreas (saúde, assistência social, educação e segurança) e práticas para identificação precoce de situações de risco.
O fórum também discutiu a criação da Comissão Intermunicipal de Enfrentamento às Violências, proposta que visa institucionalizar a cooperação entre os municípios da região de fronteira. A comissão deverá fomentar ações conjuntas de prevenção, capacitação de profissionais, campanhas educativas e protocolos padronizados de acolhimento e encaminhamento de vítimas.
A proposta de comissão intermunicipal pretende ainda criar um canal permanente de diálogo entre gestores, operadores do direito, serviços de saúde e de assistência social e as forças de segurança.
Essa articulação, segundo os participantes, é essencial para evitar lacunas no atendimento e assegurar que as medidas protetivas e judiciais sejam aplicadas com celeridade.
As atividades dedicadas ao Maio Laranja trouxeram ênfase ao papel da educação e da comunidade na proteção de crianças e adolescentes, à importância da divulgação de canais de denúncia e ao fortalecimento do atendimento psicossocial às vítimas.
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Lara Gabriely escreve sobre assuntos locais, mas também sobre assuntos relacionados à política dos estados do Paraná e Santa Catarina, além de outros fatos interesse regional.
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