Especialistas avaliam que Novo Desenrola pode ampliar consumo e pressionar inflação

Especialistas avaliam que Novo Desenrola pode ampliar consumo e pressionar inflação

Economistas avaliam que o Novo Desenrola pode aumentar o consumo das famílias ao reduzir dívidas, mas alertam para possíveis impactos na inflação e nos juros.

Economistas e analistas do mercado financeiro avaliam que o programa Novo Desenrola poderá ampliar a capacidade de consumo das famílias brasileiras ao reduzir o comprometimento da renda com dívidas. Ao mesmo tempo, especialistas apontam que o aumento da demanda por bens e serviços pode pressionar a inflação nos próximos meses.

O tema ganhou destaque em meio ao crescimento da inadimplência no país e à postura mais cautelosa dos bancos na concessão de crédito. Dados da Serasa Experian indicam que o número de brasileiros com restrições no CPF chegou a 82,8 milhões em março.

Segundo Alexandre Albuquerque, o programa reduz o comprometimento da renda familiar com o pagamento de dívidas, aumentando a renda disponível das famílias.

De acordo com ele, “isso pode se traduzir em maior consumo ou na contratação de novos empréstimos, a depender do conservadorismo dos bancos”.

O economista-chefe da G5 Partners, Luis Otavio Leal, afirmou que a expansão da renda já tem reflexos no consumo e avalia que o programa pode gerar impacto sobre a inflação.

Estudo citado pelo mercado financeiro aponta que a renda disponível das famílias brasileiras apresentou crescimento nos últimos meses, impulsionada pela renda do trabalho, programas sociais e estímulos fiscais.

O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil já mencionou, em comunicados recentes, preocupação com a persistência da inflação de serviços e com o aquecimento da economia.

Para Roberto Padovani, ainda é cedo para medir os efeitos práticos do programa, mas existe um cenário de conflito entre medidas de estímulo econômico e a política monetária voltada ao controle da inflação.

Já o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, afirmou que fatores externos, como oscilações no petróleo, câmbio e conflitos internacionais, devem continuar exercendo maior influência sobre as decisões do Banco Central no curto prazo.

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