Solicitação é de que os galhos e restos de vegetação sejam colocados na rua sempre perto do dia da coleta
O Departamento de Urbanismo de Guarujá do Sul segue intensificando os trabalhos de limpeza, manutenção e organização dos espaços públicos do município. Entre as ações desenvolvidas de forma contínua está a recolha de galhos e restos de vegetação, realizada semanalmente em toda a área urbana da cidade.
O serviço acontece todas as sextas-feiras e faz parte do cronograma permanente executado pela equipe do setor. O objetivo é manter ruas, calçadas e espaços públicos limpos, além de garantir maior organização no descarte de resíduos provenientes de podas e limpezas realizadas pelos moradores.
O diretor da pasta Gilmar Banfi explica que os trabalhos contam também com a participação de reeducandos do sistema prisional, que auxiliam em diversas atividades ligadas à conservação urbana. Segundo ele, a parceria contribui para ampliar a capacidade de atuação das equipes e possibilita avanços em diferentes frentes de trabalho no município.
Além da coleta de galhos, o Departamento de Urbanismo desenvolve outras ações voltadas à melhoria da paisagem urbana. Entre elas está a substituição das flores de verão por espécies adaptadas ao período de inverno, trabalho realizado em canteiros e espaços públicos da cidade.
O plantio de novas árvores também integra o planejamento do setor, buscando ampliar áreas arborizadas e melhorar o aspecto visual do município.
Conforme Banfi, a recolha de resíduos vegetais é um serviço essencial para manter a cidade limpa e organizada, especialmente em períodos em que há maior volume de podas e limpezas nos terrenos e residências. Por isso, ele reforça o pedido para que os moradores depositem os galhos e restos de vegetação nas ruas apenas próximo ao dia da coleta.
Segundo o diretor, quando os materiais são colocados com muita antecedência, acabam permanecendo vários dias nas calçadas e vias públicas, o que prejudica a limpeza urbana e pode causar transtornos para pedestres e motoristas.
Outro ponto destacado pelo responsável pelo setor é a necessidade de separar corretamente os materiais destinados à recolha.
Banfi alerta que frequentemente são encontrados resíduos inadequados misturados aos galhos, como móveis velhos, restos de construção civil, plásticos e outros tipos de descarte que não fazem parte da coleta de vegetação.
Ele explica que a destinação ambientalmente correta dos materiais recolhidos exige que apenas resíduos vegetais sejam encaminhados pela equipe. Quando outros objetos são encontrados junto aos galhos, os trabalhadores precisam interromper o serviço para realizar a separação manual dos materiais, o que acaba atrasando o cronograma previsto para atender todos os bairros do município.
De acordo com o diretor, a colaboração da população é fundamental para garantir agilidade no serviço e permitir que a equipe consiga cumprir o roteiro semanal de recolha. A orientação é para que cada morador faça o descarte de forma organizada e respeitando as orientações do setor responsável.
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Apaixonada pela literatura brasileira e internacional, Heloísa Montagner Veroneze é reatora de artigos locais e regionais, com experiência em temas diversos, especialmente sobre livros, arqueologia e curiosidades.
Nota Editorial: Este conteúdo faz parte da cobertura jornalística do Jornal da Fronteira, feito por humano com ajuda de ferramentas de inteligência artificial, sob revisão de editor humano.
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