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Fadiga, tontura e falta de ar podem indicar deficiência de ferro

Fadiga persistente, falta de ar, tontura, fraqueza e dificuldade de concentração podem estar associados à deficiência de ferro, condição que afeta milhões de pessoas e tem maior incidência entre as mulheres. De acordo com especialistas ouvidos pela plataforma médica Verywell Health, fatores hormonais, menstruais e reprodutivos aumentam o risco de redução dos estoques de ferro no organismo feminino.

Segundo os médicos consultados, a deficiência de ferro está entre as principais causas da redução dos níveis de hemoglobina, quadro que pode evoluir para Anemia Ferropriva quando não identificado e tratado de forma adequada.

Entre os sinais mais frequentes estão cansaço constante, pele mais pálida, unhas frágeis, falta de ar, tontura, fraqueza física e dificuldade de concentração.

Ao abordar as causas mais comuns, os especialistas apontam que a alimentação inadequada aparece entre os principais fatores relacionados à deficiência de ferro.

Em avaliação médica publicada pela plataforma, os especialistas afirmam: “A ingestão inadequada de alimentos ricos em ferro é a causa mais comum da deficiência de ferro e pode levar à redução da hemoglobina, evoluindo para anemia.”

Os profissionais explicam que o organismo depende da ingestão regular de alimentos ricos no nutriente para manter a produção adequada de hemoglobina e o transporte de oxigênio no sangue. Entre os alimentos recomendados estão carnes vermelhas, aves, ovos, feijão, vegetais de folhas verdes, castanhas, cereais e frutos do mar.

Outra causa frequente, segundo os especialistas, está relacionada ao ciclo menstrual. O sangramento intenso e recorrente pode reduzir os estoques de ferro ao longo do tempo, especialmente em mulheres em idade fértil.

Os médicos alertam que perdas menstruais acima do habitual podem provocar sintomas como fadiga extrema, fraqueza e dificuldade de concentração, sendo necessária avaliação clínica quando os sintomas persistem.

Durante a gestação e o período de amamentação, a demanda do organismo por ferro também aumenta de forma significativa.

Sobre esse ponto, os especialistas explicam: “Outra das principais causas da deficiência de ferro nas mulheres é o aumento da necessidade do nutriente durante a gravidez. A perda de sangue no pós-parto e a amamentação aumentam ainda mais essa perda.”

Os profissionais ressaltam que o ferro tem papel essencial no desenvolvimento do bebê durante a gestação e que níveis baixos do nutriente podem gerar impactos no desenvolvimento fetal.

Além dessas condições, doenças que afetam o sistema digestivo também podem dificultar a absorção do ferro.

Segundo os especialistas, problemas que atingem o intestino delgado ou alteram a produção de ácido gástrico podem comprometer o aproveitamento do nutriente pelo organismo. Entre as condições associadas estão Doença Celíaca, Doença Inflamatória Intestinal, gastrite autoimune, úlcera péptica, cirurgias gástricas e insuficiência cardíaca.

Os médicos reforçam que a identificação da causa da deficiência de ferro é fundamental para definir o tratamento adequado, que pode incluir mudanças na alimentação, acompanhamento clínico e, em alguns casos, suplementação com orientação médica.

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