fases da Lua

Lua no último dia da fase nova e 40% visível

No dia 20 de junho de 2026, a Lua encontra-se no último dia da fase nova e aparece com cerca de 40% de sua superfície visível, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A informação integra o calendário das fases lunares de junho, que orienta observadores e interessados por astronomia sobre as mudanças do satélite ao longo do mês.

Situação da Lua em 20/06/2026

Segundo o Inmet, a Lua está encerrando a etapa classificada como Lua Nova. Embora a fase Nova costume ser associada à ausência de visibilidade a olho nu — quando a face iluminada fica voltada para o Sol e a face escura para a Terra —, o boletim registra 40% de visibilidade nesta data. Os dados do instituto são referência para calendários lunares e previsões relacionadas a marés, agricultura e observação do céu. As mudanças de fase registradas ao longo de junho começaram no dia 8, com a chegada da Lua Minguante às 07h03 (horário de Brasília, UTC-3), segundo o mesmo levantamento.

Calendário das fases da Lua em junho de 2026

O Inmet fornece as marcações principais das fases lunares para o mês:
– Lua Minguante: 8 de junho, às 07h03 (Brasília, UTC-3) – Lua Nova: 14 de junho, às 23h56 – Lua Crescente: 21 de junho, às 18h55 – Lua Cheia: 29 de junho, às 20h58 Esses horários indicam os instantes em que a Lua atinge as posições relativas ao Sol e à Terra que caracterizam cada fase. Para quem planeja observação noturna, cada fase tem implicações diferentes sobre a luminosidade e a visibilidade do satélite.

O ciclo lunar e sua duração

O ciclo lunar, também chamado de lunação, corresponde ao intervalo entre duas luas novas consecutivas. Sua duração média é de aproximadamente 29,5 dias. Durante esse período, a Lua passa pelas quatro fases principais — nova, crescente, cheia e minguante —, cada uma com cerca de uma semana de duração. Além das quatro fases principais, há as interfases, que incluem o quarto crescente, a crescente gibosa, a minguante gibosa e o quarto minguante. Essas etapas representam estados intermediários entre as fases maiores e são úteis para descrever com mais precisão a aparência da Lua em noites específicas.

Como identificar cada fase

– Lua Nova: ocorre quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol. A face iluminada aponta para o Sol, e a face voltada à Terra recebe pouca ou nenhuma luz direta, dificultando sua observação à noite. Marca o início de um novo ciclo lunar. – Lua Crescente: após a Lua Nova surge uma faixa iluminada crescente no céu. Inicialmente, o contorno iluminado é fino; ao longo de dias a iluminação aumenta até atingir o Quarto Crescente, quando metade do disco lunar fica visível. – Lua Cheia: acontece quando a Terra está entre o Sol e a Lua; a face voltada à Terra recebe iluminação plena, tornando o satélite totalmente visível e brilhante no horizonte noturno. A Lua Cheia costuma nascer próximo ao pôr do Sol. – Lua Minguante: após a Lua Cheia a porção iluminada começa a diminuir. O Quarto Minguante é o momento em que metade do disco aparece novamente, agora em fase de redução, até que a Lua retorne à fase Nova. Essas descrições ajudam a interpretar o aspecto do céu em qualquer noite do mês e a planejar observações ou registros fotográficos.

Observação e aplicações práticas

As informações sobre as fases lunares têm aplicações práticas em áreas como pesca, agricultura, estudos de marés e planejamento de eventos de observação astronômica. Por exemplo, a luminosidade noturna varia conforme a fase, o que afeta tanto a visibilidade de objetos celestes quanto atividades que dependem de iluminação natural. Para quem fotografa a Lua com celular ou câmera, entender o calendário lunar permite escolher noites com iluminação adequada — seja para captar detalhes da superfície em fases crescentes e minguantes, seja para registrar a Lua Cheia por completo. Para acompanhar outras descobertas e pesquisas, acesse também a editoria de ciência do Jornal da Fronteira: https://jornaldafronteira.com.br/ciencia/ A sequência das fases em junho de 2026 e os horários indicados pelo Inmet ajudam a situar observadores e pesquisadores sobre os momentos-chave do ciclo lunar. Esses dados são referência para quem acompanha fenômenos astronômicos e planeja atividades que dependem da luminosidade natural do satélite.

Nota Editorial: Este conteúdo faz parte da cobertura jornalística do Jornal da Fronteira, feito por humano com ajuda de ferramentas de inteligência artificial, sob revisão de editor humano.

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